+IMPRESSÕES - Temporada de Animes (Inverno 2018) - Parte 1

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PrimeirasImpressoes- PArte1
Diversos animes, para todos os gostos!


Olá pessoal, tudo certo?! A temporada de animes dessa temporada (Inverno) começou no início de Janeiro tendo diversos estilos lançados até então. Porém, como nem todos tem tempo/vontade, ou simplesmente não querem correr “"riscos” ao assistir novos animes fora do seu(s) gênero(s) preferido(s), eu vou deixar aqui minhas impressões após assistir os primeiros episódios de alguns deles. Obviamente, eu também não fui capaz de assistir todos ainda, entro no grupo “falta de tempo”, mas eu me esforço para ver quantos puder, na medida do possível, xD. Então vamos para o que interessa!

l1HrCm5X_o[1]Violet Evergarden

Estilo: Drama, Fantasia
Origem: Light Novel
Estúdio: Kyoto Animation (Clannad, Fullmetal Panic!)
Lançamento: 11 Jan. 2018
Disponível em: Exclusivamente na Netflix (com dublagem PT-BR)
Sinopse: A guerra acabou, e Violet Evergarden precisa de um emprego. Com cicatrizes e insensível, ela aceita trabalhar como escritora de cartas para entender a si mesma e seu passado (de Netflix).

Primeiras impressões: QUE ANIMAÇÃO LINDA, CARA! É a primeira coisa a ser reparar em Violet Evergarden, não há como ser outra. Mesmo após assistir seus trailers antes do lançamento, eu continuo impressionado com a qualidade empregada nesse anime. Tudo é minimamente detalhado, o cabelo, movimento e traços dos personagens são absurdamente bem feitas, além dos cenários de cair o queixo. O que o poder financeiro de uma empresa do porte da Netflix não é capaz de fazer, não é mesmo?
Voltando ao anime, a história conta sobre Violet Evergarden, uma garota sem sentimentos (no sentido literal da palavra), que começa a trabalhar como uma “boneca autômata”, onde ela, e outras autômatas escrevem cartas de diversos assuntos para pessoas analfabetas (muito comum pra época onde o se anime passa). Poréeeem, como eu disse mais acima, Violet é realmente desprovida de sentimentos, o que acaba causando diversos problemas para o responsável e dono da empresa, o ex-tenente Claudia Hodgins (sim, ele é um homem). A razão de Violet, ser assim tão fria ainda não foi totalmente explicado, mas já foi mostrado que ela foi entregue ou capturada pelo exército local, e deixada nas mãos do falecido Major Gilbert Bougainvillea, para ser utilizada como “arma”, o que indica que ela já tenha passado por poucas e boas na sua vida, que a deixaram assim.

Não consigo parar de olhar para esse GIF, sério.
Sobre esse tal Major, parecia ser a única pessoa com qual Violet demonstrava algum tipo de sentimento, em um nível dependente mesmo, e isso é mostrado claramente logo no primeiro episódio, durante sua reabilitação após perder os dois braços, e esses serem substituídos por dois de titânio (se não me falha a memória), ela se preocupa mais em saber de algum paradeiro do Major (não, ela ainda não sabe que ele está morto. Ao menos até os dois primeiros episódios que assisti).
A história parece que tem bastante a entregar, principalmente por Violet ser daqueles personagens Kuudere, então eu fico ansioso para ver a evolução dela ao longo dos diferentes arcos que virão. 8,5/10

unnamedOverlord 2

Estilo: Ação, Fantasia, Aventura, Jogo, Sobrenatural
Origem: Light Novel
Estúdio: Madhouse (One Punch Man, No Game No Life)
Lançamento: 09 Jan. 2018
Disponível em: Crunchyroll
Sinopse: Segunda temporada de Overlord.

Primeiras Impressões: Momonga-sama e sua guilda estão de volta e…. por enquanto é só isso mesmo. Foram apresentados vários novos personagens, inclusive na abertura (que é daquelas que dão spoilers da série inteira), então se você tem muitos problemas com isso, eu sugiro pula-la. Tirando isso, os dois primeiros dois episódios que assisti, não mostraram muita coisa, o primeiro foi praticamente só uma reapresentação e introdução dos novos personagens, além do início do “arco dos lagartos” (Lizardman). O segundo episódio continua com a tal “sociedade dos lagartos”, e creio que assim continuará pelo terceiro e no máximo quarto episódio, onde o arco chegará ao seu ápice e fim.


O que reparei, é que pelo menos até o momento (episódio 2), esse arco não tem relação direta com Momonga e companhia, mas creio que isso deve ser explicado devidamente mais pra frente com o desenrolar de história, onde até talvez os Lizardman ajudem ou enfrentem Momonga (Teorias….). Como de praxe, a animação da Madhouse está muito boa e fluída, e eu prefiro não compara-la com Violet Evergarden, pois não seria justo, principalmente a nível de custos (não quero nem imaginar quanto a Netflix desembolsou para a Kyoto Animation), mas também no estilo da obra. 7,5/10

【カードキャプターさくら クリアカード編】ビジュアル_RCardcaptor Sakura: Clear Card-Hen

Estilo: Fantasia, Aventura, Comédia, Romance, Shoujo
Origem: Mangá
Estúdio: Madhouse (One Punch Man, No Game No Life)
Lançamento: 07 Jan. 2018
Disponível em: Crunchyroll
Sinopse: Continuação direta do Cardcaptor Sakura original .
Primeiras Impressões: N O S T A L G I A. Essa é a palavra ao rever Sakura após quase 18 fucking anos, e ela está melhor de nunca! Esse novo anime é uma continuação direta do original, porém não precisa se preocupar não lembrar a história e os nomes de todos os personagens. O enredo é totalmente novo, e os personagens da série são reapresentados logo no primeiro episódio, mesmo que vagamente, já é suficiente para ficar por dentro da história. Nesse novo anime, Sakura, após um estranho sonho com um esquisito “ser”, pegar suas cartas e deixa-las totalmente transparentes e sem magia. Ao acordar, ela percebe que aquilo tudo não era um sonho, e que todas as cartas realmente haviam virado um mero “plástico” transparente. No dia seguinte, Sakura sonha novamente com esse ser misterioso, que dessa vez lhe concede uma nova chave (key), e para variar, após acordar, ela percebe que a nova chave está em sua mão. No mesmo dia, após a saída da escola, ela é atacada por uma estranha corrente de vento, e após ativar sua nova chave, ela é capaz de capturar o “vento” que se transforma na primeira carta transparente transformada, chamada “ventania” dando indício, que novamente, Sakura precisará coletar todas as cartas, para que tudo volte ao normal (ou para que o mundo não seja destruído, algo do tipo).

<3
Tudo continua como se poucos meses tivessem passado do Sakura original, (por quê nos fez esperar 18 anos Clamp, por quê?), tudo continua no mesmo estilo: O mesmo design (porém mais velhos, obviamente), o mesmo carisma, as mesmas vozes, tudo ainda está lá, é o mesmo Sakura Cardcaptors que conhecemos, cara <3. Porém, nem só de nostalgia vive um anime (vide Digimon tri, que é uma decepção, pra não falar algo pior). Esse novo arco de Sakura, precisa mostrar o que ainda é um shoujo de qualidade, e honrar seu antecessor. Até o momento, com dois episódios foi possível ver a ideia inicial dessa nova captura de cartas, como mencionei acima, mas precisamos ver como o trama se desenrola ao longo dos 22 episódios anunciados.
A animação também é da Madhouse (o que é raridade ela fazer dois animes na mesma temporada), então tudo está muito caprichado, e a abertura é digna de um Cardcaptor Sakura, mas ainda considero a primeira, de 1998, a melhor de todas. 9/10

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Estilo: Yuri, Drama, Romance, Escola,
Origem: Mangá
Estúdio: Passione (Rokka no Yuusha, Hinako Note)
Lançamento: 06 Jan. 2018
Disponível em: Crunchyroll
Sinopse:  A obra foca em Yuzu Aihara, uma garota que vai para um colégio rígido só para mulheres depois de sua mãe casar novamente, e ela ter que se mudar. Ela acaba se desentendendo com a presidente do conselho estudantil do novo colégio, Mei Aihara logo na entrada, e para piorar descobre que ela é sua nova irmã. Não surpresa o bastante, a garota a pega desprevenida e a beija do nada. Esse é só o começo de uma longa e dramática relação amorosa. (por Animes Orion)

Primeiras Impressões: “…Bem na sua cara!”. Logo na abertura o anime já te surpreende com um beijo lésbico, provavelmente para te dar uma ideia que não é outro Sakura Trick ou um outro anime yuri bonitinho qualquer. Citrus tem uma pegada mais séria e adulta, por mais que trate de colegiais, ele mostra que esse é um tema que pode ser levado mais a sério, assim como outros gêneros.
Como a sinopse já diz mais acima, as duas acabam se “pegando”, mesmo agora elas sendo irmãs por causa do casamento de seus pais. Então além de tratar de Yuri, também pode se considerar que há conteúdo incestuoso na obra, o que limita bastante o público já limitado de Yuri, que também não foca em coisas bonitinhas, normalmente relacionados a esse tipo de obra. Então, se você não gosta de nenhum dos estilos tratados na obra, eu recomendo que passe bem longe dela.


Nos 3 primeiros episódios que assisti, pude perceber realmente que Citrus é uma obra diferenciada das outras, ela foca bastante no drama e problemas pessoais dos personagens, e em seguida no romance que começa a ser criado entre as duas. Yuzu é uma personagem do tipo rebelde, não segue as regras, gosta de se maquiar exageradamente, ela é a famosa gall (o gyaru, no japonês). Junto com sua amiga Harumi Taniguchi, que também é uma dessas rebeldes, mas não exagera tanto em infringir regras (ao menos, as que são facilmente vistas). Mei, como já comentado acima, é a presidente do conselho estudantil, ela é totalmente o oposto de Yuzu, sendo calada, séria, rígida e fria, agindo como um belo robozinho. Outro exemplo quase perfeito de Kuudere.
A animação fica por conta do estúdio passione, um estúdio criado a partir de várias pessoas que trabalharam no estúdio TNK, portanto a animação é mediana, apesar dos traços dos personagens serem bem feitos, é um anime que não se destaca muito por isso. Espero que melhore com Highschool DxD Hero, onde ela também é responsável pela animação. 8/10

imagesDarling in the FRANXX

Estilo: Mecha, Drama, Sci-Fi
Origem: Original
Estúdio: A-1 Pictures / Trigger (Sword Art Online / Kiznaiver)
Lançamento: 13 Jan. 2018
Disponível em: Crunchyroll
Sinopse: Eles sonham um dia voar pelo céu sem fim, mesmo cientes do quão imenso é o céu além da vidraça que bloqueia seu voo. Futuro distante: a humanidade se estabeleceu na cidade-fortaleza de Plantation, erguida sobre os destroços da guerra, e a civilização floresceu. Nessa cidade, há o Mistilteinn, um quartel de pilotos também conhecido como Gaiola. É lá que as crianças vivem… Alheios ao mundo de fora e da vastidão dos céus. Sua única missão em vida é lutar. Seus inimigos são os Kyoryu, gigantescos organismos misteriosos. As crianças operam robôs chamados FRANXX para enfrentar esses inimigos desconhecidos, crentes de que esse é seu objetivo de vida. Dentre eles, um garoto era considerado um prodígio: Hiro, serial 016. Contudo, agora ele é considerado uma falha, alguém desnecessário. Aqueles incapazes de pilotar FRANXX basicamente não existem. Um dia, uma misteriosa garota chamada 02 aparece para Hiro. De seu rosto, crescem dois curiosos chifres. “Eu te encontrei, meu Querido.” (por Animes Orion)

Primeiras Impressões: Esse com certeza foi o que eu fiquei mais curioso para assistir. Pelos trailers, pelos comentários no Facebook e principalmente, pela suposta inspiração em Evangelion (Outras supostas teorias…).
Pense comigo baseado nessa sinopse gigante acima, deu pra ver que Darling in the FranXX tem uma história no mínimo “fumada”, mechas (robôs gigantes controlados por humanos), monstros gigantes, um personagem depressivo, números 0XX para identificação dos personagens, e uma garota badass com chifres, e que precisa de VOCÊ (no caso o personagem deprê) para enfrenta-los.
Em um modo geral, Evangelion, tem exatamente a mesma ideia, exceto pela identificação por números começando por 0XX, que é designada aos EVAs, e o personagem badass com chifres. Nesse caso ela é uma humana badass normal, e não precisa de você para pilotar o EVA (ou o FRANXX).Além disso, é só olhar para os FRANXXs que claramente há referências aos EVAs, como taxa de sincronização, além de aspectos físicos. Chega de teorias, vamos falar sobre a obra.

Apesar que essa cena me lembra mais Gurren Lagann.
O anime tem realmente a pegada dos animes originais da Trigger, com uma história bem diferente e personagens bem carismáticos e diferentes (que normalmente são um pouco loucos e/ou problemáticos), a protagonista 02 (Zero Two), com certeza se encaixa nesse padrão, porque para o protagonista masculino Hiro (oficialmente, o 016) a conhecer na beira de um lago pelada enquanto ela caçava um maldito peixe com a BOCA não pode ser algo normal. Na verdade, não há nada muito normal nesse anime, das pessoas ao ambiente em geral, principalmente de como o “casal” (necessário para pilotar o FRANXX) se posiciona lá dentro. Onde a mulher deve ficar em uma posição deveras particular (praticamente de quatro mesmo), e o homem senta atrás controlando dois joysticks que interagem com a mulher e fazem o funcionamento do FRANXX. Além disso, eles precisam estar “conectados” (mentalmente, não pense besteiras), para que esse maldito mecha funcione, e toda vez que esse processo inicia as minas GEMEM, por alguma razão ainda não explicada, isso se explicarem (Japão meus caros, Japão).

Para vocês verem que eu não estava mentindo.
Então a dica é: Apenas assista, e reflita sobre depois. Se você já está familiarizado com a Trigger já deve estar “vacinado” sobre isso.
Brincadeiras à parte, é um anime que vale a pena assistir, o enredo é promissor. Eu pretendo ver o quão longe esse “casal” e seus aliados será capaz de chegar, e quais inimigos eles terão que enfrentar. Como é um anime original de 24 episódios, a chance de ter um final fechado é de 80%. Os outros 20% seriam de uma segunda temporada.
A parceria com a A1 rendeu bons resultados de animação, e o uso de CG também foi bem feito, dada a proporção do ambiente e objetos a serem animados. A OP e ED são bem legais, ao menos pra quem gosta de J-Pop. 8,5/10.

Então é isso pessoal, essa foi a parte 1 das impressões da temporada, a segunda vem breve, portanto fiquem ligados aqui no blog e em nossas redes sociais! ;),


E aí, gostaram? Acharam ruim? Sentiram que faltou algo? Qualquer elogio, crítica e sugestão é sempre bem vinda!

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