+REVIEW - The Evil Within 2

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Você esta preparado para sentir os seus nervos à flor da pele com esse terrível jogo de terror?
Você está preparado para sentir os seus nervos à flor da pele com esse terrível jogo de terror?



Olá, pessoas! Aqui é o mais novo integrante do +REVIEWS, me chamo Matheus Constantino e estarei trazendo reviews de games para o nosso querido site.

Um dos títulos mais aguardados para o ano de 2017, principalmente para os amantes de jogos de suspense e terror. Foi produzido pelo queridíssimo Shinji Mikami, criador da aclamada franquia Resident Evil, é claro para os jogadores que conhecem essa franquia já era de se esperar o clima tenso e as criaturas bizarras e únicas. Distribuído pela Bethesda (de Skyrim e Doom) e desenvolvida pela empresa japonesa Tango Gameworks.

Vamos para o que importa: Como o game é? Respondendo essa pergunta, ele se trata de um jogo de terror psicológico e contém vários elementos de RPG. Uma surpresa para muitos foi o ambiente de mundo aberto e com os adicionais de missões paralelas para conseguir novas armas, recursos e até mesmo para mostrar algumas coisas que ocorreram no primeiro game, mas infelizmente essas missões, para alguns, podem ser um pouco repetitivas.

O tempo médio para terminar esse terrível (no sentido bom da palavra) aventura beira umas 15 horas, pelo menos o enredo principal, aumentando bastante caso o jogador explore cada pedaço do mundo.


Enredo

Continuamos a acompanhar Sebastian Castellanos, agora como um ex-detetive, perdido na vida, sem propósito. Como foi citado rapidamente no primeiro jogo ele perdeu a sua filha e após essa perda o seu casamento também se foi. O personagem está totalmente perturbado após os acontecimentos do primeiro game e agora busca a agência Mobius, os responsáveis pelo incidente que ocorreram no título original e que poderiam ter alguma resposta para o que ocorreu com a sua filha anos atrás.

Jogabilidade e o Terror

The Evil Within 2 nós vemos os recursos para criar a atmosfera aterrorizante e perturbadora conhecida do primeiro game muito bem presente e somada com a notável melhoria na movimentação e interação do personagem. Algumas das reclamações eram da mira e da necessidade de sempre ter que jogar fósforos nos inimigos dados como mortos e esses recursos foram melhorados, deixando as batalhas pela sobrevivência bem mais ágeis e atraentes para o público, entretanto, um dos pontos que pode ser considerado falho foi o stealth (modo furtivo) que muitas vezes te deixa bem frustrado.

Para quem é fã de tomar aquele susto ou ficar com os cabelos da nuca bem arrepiados ficará feliz da vida, pois esse título da franquia tem muito a oferecer, principalmente quando se enfrenta um inimigo, que podemos dizer que é bastante fantasmagórico.

Falando em inimigos, temos uma boa variedade de “coisas” para enfrentar, inimigos que parecem humanos, que parecem que foram contaminados e até monstros com uma cara de máquina fotográfica antiga com muitas pernas (bizarro). O interessante disso é que deixa você sempre pensativo e tentando descobrir formas eficazes de matar sem gastar muito recurso.

Batalhas com Bosses

Ah, claro que esse ponto teria de ser um capitulo à parte, pois temos “chefões” interessantes e engenhosos. Um belo destaque para o primeiro grande boss do game, Stefano, que conta com um belo mistério em sua volta e um carisma doentio que pode e vai perturbar o jogador, que para vencê-lo terá que prestar bastante atenção no cenário e ao som de sua máquina fotográfica. Infelizmente para mim, só houve uma Boss Fight meio frutaste que seria a última, mas ocorreu isso, pois esperei demais dela, assim quebrou a minha expectativa.

Veredito e considerações finais

The Evil Within 2 é um ótimo título de terror, com um enredo envolvente e intrigante. Uma clara evolução do primeiro jogo e com novos mecanismos de jogabilidade, mas peca em seu modo furtivo, e com suas missões paralelas repetitiva. Tirando esse problema conhecido pelos jogos de open world, espero que tenhamos mais títulos de terror que tenham esse elemento tão forte nessa geração dos games atuais.

Pontos positivos:
  • Atmosfera tensa e aterrorizante
  • Melhoria na mecânica
  • Enredo interessante

Pontos Negativos:
  • Modo furtivo
  • Missões repetitivas

Nota: 8,0


E aí, gostaram? Acharam ruim? Sentiram que faltou algo? Qualquer elogio, crítica e sugestão é sempre bem vinda!

            

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